Área: 215 ha | Vigilante de IBA: |
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DESCRIÇÃO DA IBA :
A IBA compreende duas zonas: a zona dos Capelinhos-Ponta da Fajã, que se estende ao longo da linha de costa, desde a beira mar até ao rebordo da falésia, com início no Porto dos Capelinhos e fim no Porto da Fajã; e a zona do Vulcão dos Capelinhos, constituída por um cone vulcânico costeiro, uma praia de areia e falésias de costa rochosa adjacente. A erupção deste vulcão submarino é a mais recente dos Açores (1957-1958) e esta área possui uma grande diversidade geomorfológica e locais ainda em evolução, caso das areias vulcânicas e dos fundos marinhos. Os habitats naturais da zona envolvente do vulcão são essencialmente caracterizados por vegetação vivaz das costas de calhaus rolados, falésias com vegetação das costas macaronésicas, campos de lavas e escavações naturais. A zona da Ribeira das Cabras é também uma zona ao longo da falésia alta, que apresenta algum mato macaronésico endémico, vegetação vivaz das costas de calhau rolado e falésias com vegetação das costas macaronésicas. Protecção legal Nacional: Área Protegida Vulcão
dos Capelinhos/Reserva Florestal Natural dos Capelinhos |
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AMEAÇAS IDENTIFICADAS NA IBA E NOTICIAS : O navio "CP Valour" encontra-se encalhado ao frente desta IBA. Existem contaminantes perigosos no barco, que até agora não foram removidos. Hugo Diogo, vigilante desta IBA afirma que: "A localização do
naufrágio fica aproximadamente
a 0.5 km a Este da IBA dos Capelinhos. A situação é critica
principalmente porque este navio contêm 2 mil toneladas de
combustível
e segundo o jornal Diário de Noticias 8 toneladas de vários
químicos extremamente perigosos. A colónia de garajaus-comuns
felizmente que há mais de um mês que não apresenta
qualquer indivíduo, nomeadamente os juvenis de 2005, os últimos
a abandonar o local. No entanto espécies de aves como pilrritos,
garças cinzentas, maçarico-galego, rolas do mar e
uma grande colónia de gaivotas que se localiza a uma escassa
centena de metros do local, poderão estar em perigo, sem
falar de outras espécies aquáticas. Porém até ao
momento (16/12/2005) não existe qualquer registo de contaminação
nas aves marinhas. Os próximos dias são de extrema
importância,
vai depender da remoção ou não do navio, pois
caso o vento mude de direcção, nomeadamente para Norte
ou Oeste, as hipóteses de sucesso de retirar o navio em segurança
sem impacto ambiental significativo diminuem. Para mais novidades relativas à este acidente, consultar as noticias on-line do DOP (parceiro da SPEA no projecto LIFE IBAs Marinhas) no seguinte endereço: http://www.horta.uac.pt/intradop/ A SPEA já distribuiu dois comunicados de imprenssa sobre esta noticia, para consultar clique aqui: 14-Dezembro 15-Dezembro Introdução de plantas/animais (A), Perturbação (A), Recreio/Turismo (A), Exploração não sustentável (C). |