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A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
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Aves Feridas
Todos nós já nos deparámos com uma cria caída no chão, com aves feridas ou inertes após terem sofrido colisões, ou aves notoriamente doentes ou intoxicadas. Trata-se de situações frequentes e para as quais é importante agir rapidamente.

O que fazer?   

  • Aves feridas ou doentes
Se encontrar uma ave ou outro animal selvagem ferido ou com sinais de debilidade, deverá:
- Recolher a ave, com auxílio de um pano, toalha ou casaco, tapando rapidamente a cabeça e o bico para a tranquilizar e segurando as patas e asas;
- Colocá-la numa caixa de cartão com furos, ou numa mala de transporte própria para animais de estimação tapada com um pano;
- Mantê-la num lugar protegido e tranquilo e não dar alimento nem administrar medicação; 
- Contactar o Centro de Recuperação mais próximo e facultar informações detalhadas sobre o animal. Não deve  manter o animal em sua posse mais tempo do que o estritamente necessário e apenas prestar os primeiros-socorros se tiver conhecimento para tal;
- Contactar imediatamente o SEPNA, em caso de suspeita de envenenamento, não esquecendo que os cadáveres apenas devem ser removidos pelas autoridades (para mais informações consulte a página do Programa Antídoto).

  • Crias encontradas no chão: 
Muitas vezes encontramos crias acidentalmente caídas de ninhos, e nestas situações é importante interferir o mínimo possível.
Se a cria se encontrar já bastante desenvolvida, e se conseguir localizar o ninho nas proximidades, deixe a cria onde a encontrou já que os pais irão certamente ouvi-la e acabarão por ir buscá-la ou alimentar. 
Se a cria continuar por muito tempo sem ser alimentada ou apresentar sinais notórios de debilidade ou lesões, se não conseguir localizar o ninho ou detetar os progenitores ou se tratar de um local de grande movimento onde a cria esteja em risco entregue-a num Centro de recuperação.
É importante não esquecer que em algumas espécies (ex: melro, coruja-do-mato) é normal as crias saírem do ninho antes da maioridade, continuando a ser cuidadas pelos seus progenitores, mesmo estando no chão. Pelo que exceto em situações de risco, ausência dos progenitores ou de debilidade e malnutrição, as crias não deverão ser retiradas do local.

  • Aves marinhas caídas no chão:
Em zonas costeiras, e sobretudo nas ilhas dos Açores e da Madeira, é frequente aves marinhas como a cagarra serem vítimas de encadeamento pela iluminação pública durante a noite. Se encontrar alguma ave marinha com dificuldade de locomoção, deverá proceder da seguinte forma:
- aproximar-se lentamente e cobrir a ave com um pano, toalha ou casaco, tendo especial cuidado com o bico
- Agarrar na ave e colocá-la numa caixa de cartão com furos
- Contactar o SEPNA para avisar da ocorrência no caso de estar no continente ou ver qual o Centro de Recuperação mais próximo para entregar a ave. Caso não seja possível nenhuma destas situações e se a ave não estiver ferida, dirija-se à noite, a uma praia pouco iluminada e solte-a colocando a caixa no chão, próxima do mar.

Para mais informação consulte a página referente ao projeto Aves e iluminação pública na Madeira ou a campanha SOS Cagarro nos Açores.


NOTA IMPORTANTE:
É ilegal transportar animais selvagens em carros particulares, contudo devido a situações que nos ultrapassam, as entidades competentes por vezes não têm capacidade para se deslocar aos locais devidos, por isso a responsabilidade fica ao critério de cada um.

Foto: Projeto Salve uma Ave Marinha (ilha da Madeira) © SPEA
Texto: © Filipa Machado e SPEA





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