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A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
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Testemunhos
Quaisquer palavras que possamos escrever para agradecer a dedicação e empenho dos mais de 600 voluntários que anualmente participam na construção da SPEA são poucas. Por isso, preferimos as suas. Conheça parte do muito trabalho realizado e alguns dos rostos que têm ajudado a construir a SPEA ao longo dos anos e junte o seu, enviando-nos o seu testemunho (para vanessa.oliveira[arroba]spea.pt).


Voluntários e estagiários | Life Berlengas
Muitos dos voluntários e estagiários que têm colaborado nas semanas de campo do Life Berlengas, partilharam connosco o seu testemunho no diário de bordo do projeto. Mas nada como ler as suas palavras, que tanto nos inspiram a continuar o trabalho em prol da natureza. 
 



Tânia Nascimento | Estagiária Life Berlengas
02.09.2016
A minha participação neste projeto começou em outubro de 2015 no âmbito de um estágio curricular que teve como objetivo o estudo da população de rato-preto da ilha da Berlenga. Nove meses depois a aventura terminou, mas com ela ficaram momentos e pessoas que vou guardar para sempre com especial carinho e saudade. Durante todo este tempo vi muita gente chegar e partir, pessoas muito diferentes, de vários locais do mundo, com experiências únicas que queriam partilhar, mas todos possuíam um sentimento em comum, a vontade de querer voltar. Desde os primeiros momentos foi percetível o bom e único ambiente de interajuda e amizade criado não só pela equipa da SPEA mas como pelos vigilantes da Reserva, os faroleiros e, de um modo geral, todos aqueles que passam pela ilha. Foi este bom acolhimento e carinho que tornaram as estadias na ilha e os trabalhos mais fáceis. A realização de tantas atividades em diversas áreas possibilitou não só um crescimento profissional, mas sobretudo pessoal. O contacto direto com tantas formas de vida permite a perceção da verdadeira riqueza faunística e florística existentes neste arquipélago, e o desafio constante para a sua preservação. Podemos não mudar o mundo, mas com cada passo estamos mais perto de o tornar melhor.  Esta experiência não é só única para quem esteja ligado a esta área, mas para todos aqueles que queiram ter a oportunidade de ajudar na concretização deste projeto tão essencial para a boa gestão e conservação de todos os valores deste arquipélago tão especial. Até breve, Berlenga!

Ana Santos Torres | Voluntária projeto LIFE Berlengas
17.08.2015

Mi participación en el proyecto LIFE Berlengas fue algo totalmente novedoso para mi que superó con creces todas las expectativas. Ha sido una experiencia que me ha permitido conocer y aprender un área de la Biologia marina que apenas conocía, que me ha encantado y que me servirá de mucho en mi carrera profesional. Además, el ambiente de trabajo y en la casa donde estábamos era distendido así como agradable y he podido conocer mejor la cultura portuguesa a través de su gente.
Quiero agradecer a SPEA el aceptar mi participación en este proyecto que, sin duda alguna, es para repetir. 

Fábio Santos | Voluntário projeto LIFE Berlengas
13.08.2015

O Berlenga ia diminuindo as milhas de distância à ilha e eu questionava-me como iria ser esta experiência. Cedo percebi que ali o ambiente era bastante tranquilo e saudável e as pessoas, essas eram todas bastante simpáticas e acolhedoras. No primeiro dia instalou-se instantaneamente um ambiente familiar, de camaradagem e de entreajuda mesmo que em modo polilinguistico. As subidas ingremes, os turnos às 6 da manhã e o "esforço imenso" de andar a contar coelhos, e até mesmo contar plantinhas,  eram ultrapassados pelo gosto que todos tinham e mostravam pela Natureza. Para mim foi uma experiência muito gratificante que irei certamente repetir!

Emília Cadeireiro | Estagiária Dep. Conservação Marinha
06.07.2015

A minha colaboração com a SPEA começou em setembro de 2014, através de um estágio curricular no âmbito do Mestrado de Biologia Marinha e Conservação do Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais (ISPA). 
O estágio foi relativamente curto, considero que deveria ter optado por ter mais horas. No entanto, a minha experiência foi bastante gratificante, pois deparei-me com metodologias de trabalho totalmente diferentes do mundo profissional actual. Ao longo da minha estadia no arquipélago das Berlengas, deparei-me com um “mundo” onde a tecnologia não é uma constante e onde a maioria dos telemóveis tem pouca ou nenhuma rede, considero que isso torna a experiência mais enriquecedora, pois a falta de contacto constante com o mundo exterior promove a empatia, união, entreajuda e um óptimo trabalho de equipa.
A rotina não é marcada pelo compasso do relógio, mas sim pela boa disposição e motivação para fazer o melhor que se consegue, sempre que uma equipa termina as suas tarefas procura ajudar a equipa que esteja mais atrasada, não existindo uma competição feroz pela “medalha de produtividade” e sim pela boa execução das tarefas por parte de todos.
Penso que são estas características que destinguem a SPEA de outras organizações. Estagiar na SPEA é fazer parte de uma família que nos acolhe e que nos ensina a olhar o mundo de uma outra forma, que nos leva acreditar que é possível conservar os nossos recursos e com isso promover um ambiente saudável não só para nos humanos como para todas as espécies. 

Max Hoppe | Estagiário do Departamento de Conservação - Marinho e Terrestre
02.07.2015

Durante o meu Estágio-Erasmus na SPEA entre janeiro e julho, estive nas Berlengas três vezes. A minha primeira viagem para a ilha realizou-se num pequeno barco de borracha atravessando as ondas de 3 metros do Atlântico, foi bastante impressionante! Também o próprio arquipélago parecia espetacular visto do mar. Ao chegar ao porto todos me receberam amigavelmente: vigilantes da natureza, faroleiros, pescadores e o staff da SPEA. No geral, há uma atmosfera de cooperação e amizade entre todos os que trabalham na ilha. As atividades de trabalho foram versáteis e muito interessantes: monitorizar diferentes espécies de plantas e animais endémicos, colocação de anilhas ou marcação de aves e mamíferos, tarefas de conservação da natureza como a remoção de espécies invasoras como o chorão Carpobrotus edulis e muito mais. No tempo livre, pude desfrutar da natureza da ilha ou ainda divertir-me a jogar vólei de praia, ténis de mesa ou jogos de cartas. Eu gostei da minha estadia e da companhia dos colegas amigáveis.
Espero que o trabalho de conservação da natureza nas Berlengas seja bem-sucedido protegendo com êxito este "pedaço de terra" único. Estou ansioso para poder voltar um dia.

Luís Avelar | Colaborador do projeto Linhas Elétricas e Avifauna
23.12.2014

«Aqui, uma pena!»… Na tentativa de encontrar mais penas, a equipa de dois elementos continua a procurar no solo num raio à volta do poste (apoio) de eletricidade de média tensão. Encontraram mais umas quantas penas ainda em bom estado de conservação, mas não acharam o potencial cadáver da vítima alada; terá certamente sido levado por um carnívoro oportunista, a raposa. É, contudo, feito o importante registo de vários dados referentes ao achado e recolhidas todas as penas possíveis de encontrar (também para não “enviesar” futura prospeção/monitorização ao local) para posterior melhor análise das mesmas na tentativa de identificar a que espécie pertence. Embora sem encontrar o cadáver e penas chamuscadas, dada a dimensão das mesmas (ave de grande dimensão, com um padrão de plumagem barrado, típico em muitas aves de rapina), mas bem na proximidade do alinhamento do apoio, a causa terá certamente sido electrocussão (e não colisão). Estes dados e outras informações são posteriormente facultadas à empresa distribuidora de eletricidade para posterior correção da linha e/ou apoio. 

É bastante gratificante podermos contribuir com o nosso tempo e empenho para tentar reduzir a taxa de mortalidade de aves, neste caso associado à colisão com linhas elétricas e/ou electrocussão em postes de eletricidade. Vão longe os dias em que «desenvolvimento» era, e é, sempre sinónimo de progresso, de algo inequivocamente positivo. Nem tudo o que parece inócuo para nós, o é de facto para a natureza. Ver para além do que a vista alcança, é preciso!

Penélope Cecilia Fialas | Estagiária Dep. Conservação Marinha
11.12.2014

A minha colaboração com a SPEA começou em setembro de 2014, através do programa europeu Leonardo Da Vinci e desde o primeiro momento foi uma "imersão total" no mundo da conservação das aves marinhas e outras aves em geral. Nos últimos meses, tive a oportunidade de participar em várias tarefas que estavam a decorrer, principalmente no âmbito do projeto LIFE Berlengas. Ao viajar para o arquipélago das Berlengas entrei em contacto com a natureza, a rica biodiversidade e as pessoas acolhedoras da ilha. Foi uma experiência incrível e muito gratificante, tanto profissionalmente como pessoalmente. Finalmente, gostaria de agradecer a toda a equipa da SPEA por me ter recebido tão calorosamente e ter-me feito sentir como parte de uma grande família.

Iván Gutiérrez | Estagiário Dep. Conservação Marinha
11.12.2014 

Em Julho de 2014 comecei o meu estágio [ao abrigo do programa Leonardo da Vinci] no Departamento de Conservação Marinha da SPEA. Durante estes meses tive a oportunidade de participar em numerosas ações que estavam a decorrer. Pude participar como observador de capturas acidentais no âmbito do projeto VAL+, o que foi uma experiência incrível, já que tive a oportunidade de ver numerosas espécies de aves marinhas e cetáceos, além de ampliar os meus conhecimentos sobre a pesca em Portugal. Durante o meu estágio também pude participar nos censos RAM, no projeto Linhas Eléctricas, e no V Festival de Birdwatching de Sagres. Nestas atividades tive a sorte de conhecer muitas pessoas que gostam de aves e de natureza. Em suma, estes meses foram muitos positivos tanto profissional como pessoalmente. Ser voluntário na SPEA é uma experiência única! 

Domingos Leitão | Sócio, voluntário de campo e funcionário
5.12.2014

Sou sócio da SPEA desde o dia 25 de novembro de 1993 [dia da escritura da SPEA], e fui sempre observador de aves voluntário da SPEA. Sou funcionário da SPEA desde 1 de Outubro de 2003, mas continuei a ser voluntário. Continuei a dar muitas horas dos meus fins de semana para fazer uma quadrícula CAC (11 anos), dois percursos CANAN (15 anos), muitas quadrículas do 2º Atlas das Aves Nidificantes e do Atlas das Aves Invernantes e outros censos. Acredito que o contributo individual desinteressado, por pequeno que seja, fortalece uma organização como a SPEA e contribui para uma sociedade melhor. Gosto de saber que há muita informação relevante para a conservação da natureza em Portugal e na Europa que contou com alguns dos meus sábados e domingos.

Soledad Álvarez | Voluntária SVE na SPEA-Madeira
5.12.2014

Penso que em algum momento das nossas vidas, todos somos voluntários em alguma ação. No meu caso a experiência vivida como voluntária na SPEA (em 2014) é inesquecível. Tive oportunidades excecionais e adquiri experiência profissional, acho que é assim que se produze o feedback entre o voluntário e a entidade, todos obtemos benefícios do trabalho de ambos. Os proveitos da minha experiência foram impagáveis, censos marinhos, escutas noturnas, monitorização de aves marinhas, campanha salvar aves marinhas, educação e sensibilização ambiental, etc. e além tive a oportunidade de conhecer espaços naturais privilegiados como as Ilhas Selvagens. Incentivo assim as pessoas para serem voluntários e comprometidos com a nossa sociedade, todos ganhamos com isso. Só me resta dizer, muito obrigada SPEA, é sempre um prazer!

Helena Batalha | Colaboradora em eventos e censos de aves
”Os pássaros são bichos estúpidos. Eu gosto é de cães e gatos e raposas.” Era assim que eu pensava há uns anos atrás, até ter ouvido falar pela primeira vez do pássaro jardineiro. Foi a partir de então que comecei a sentir mais respeito e curiosidade pelas aves, e veio a vontade de aprender mais. Esse foi o principal motivo que me levou a começar a colaborar com a SPEA como voluntária. A vontade de conhecer melhor esses bichos agora fascinantes. E a verdade é que, em todas as actividades em que participei, senti sempre que recebi muito mais do que dei, que aprendi imenso. Aprendi muito sobre as aves, sobre a sua importância e diversidade, e também sobre (bom) trabalho de equipa, sobre crítica construtiva e soluções para problemas ambientais, e fiquei a conhecer um pouquinho melhor o nosso país. E as aves ganharam, sem qualquer dúvida, uma aliada na sua luta pela sobrevivência.

João Carlos Farinha | Primeiro presidente da Direção da SPEA (1993-1999)
No dia 25 de novembro de 1993, no Décimo Sexto Cartório Notarial de Lisboa, era constituída a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves. A sua primeira sede, nas águas furtadas de um prédio na Rua da Vitória, com o chão das salas a tombar para o centro e para os lados, deu muito trabalho – por exemplo, pintar as paredes e carregar móveis até ao quarto andar… Voluntários? Poucos. Mas deu-se asas a um projeto de que hoje todos nos orgulhamos. 
E a SPEA foi crescendo… 

Paulo Alves | Colaborador na revista Pardela e censos de aves 
A minha relação com a SPEA começou em 2004, ano em que me tornei sócio juvenil. Comecei por enviar desenhos para a secção dos “Juvenis” da Pardela, passando mais tarde a colaborar nas contagens de aves do CANAN e, depois, no CAC. Em 2009, tive ainda oportunidade de realizar um estágio profissional na SPEA, tendo sido muito importante na minha formação enquanto pessoa e profissional. A motivação para colaborar vem da vontade de pertencer a uma organização que zele pela protecção da nossa avifauna e por sentir que estou a fazer algo para ajudar nessa causa.

Sofia Capellán | Voluntária SVE
Que posso dizer destes meses [2012] como voluntária SVE da SPEA? A SPEA deu-me a oportunidade, não só de aprender, mas de participar ativamente e envolver-me nos múltiplos projetos de conservação da Natureza que desenvolve em Portugal. Foi uma experiência altamente motivadora ao nível profissional. Impossível esquecer os embarques com o projeto FAME do Programa Marinho, os amanheceres dos censos RAM no cabo Raso, o incrível pôr do sol no estuário do Tejo com o projeto Linhas Eléctricas, todas as pessoas que conheci durante o III Festival de Birdwatching de Sagres, as paisagens de Trás-os-Montes durante os censos do Atlas… Através dessas viagens, conheci a rica biodiversidade de Portugal, as suas gentes e os seus diferentes estilos de vida.
Pessoalmente, quero agradecer a afeição e apoio que toda a equipa da SPEA me tem oferecido desde o primeiro dia. Ser voluntário e fazer o que gostas numa organização como a SPEA que trabalha duro pela conservação das aves e seus habitats, é uma experiência 100% recomendável.

Romão Machado | Observador-padrinho 
Relato dos «afilhados» Susana Rodrigues e Rui Ferreira:
Em Maio, chegou-nos a confirmação de que já teríamos voluntário para nos apadrinhar no programa de voluntariado «Padrinhos e Afilhados». Agendou-se o primeiro encontro em Salreu. Apresentaram-se a Otília (com o Duarte) e o Rui (com a Susana). O padrinho...saiu-nos um maduro, aventureiro, famoso para o «Birdwatching nacional»: Romão Machado! Na exploração daqueles habitats descobrimos que mais do que a paixão pelas aves, o Romão era um aficionado da Natureza (especialmente pela fotografia da mesma), e por contar histórias. A partir daí, a ligação foi crescendo e em saídas de campo o «tio» Romão, como carinhosamente gostamos de o apelidar, foi-nos ensinando alguns comportamentos das aves que teve o privilégio de ver dos seus abrigos de fotografia. Fala dos locais a que já foi e os encontros têm sido ricos. Reunimos pessoas com os mesmos gostos, trocamos conhecimentos, partilhamos pontos de vista sobre as aves, e acima de tudo convivemos saudavelmente. Nos encontros com ele, aparte da observação, há sempre o despertar dos sentidos gastronómicos. Temos café feito na hora no meio do monte, um saboroso pão com chouriço ou bolo de ananás, feitos pelo padrinho. Os “afilhados” estão contentes!

Rui Eufrásia | Vigilante de IBA e guia de saídas
Como vigilante da IBA Lagoa dos Salgados participo, durante todo ano, em ações diretas de vigilância, divulgação e sensibilização junto de pessoas das mais variadas nacionalidades, que visitam esta área de grandes valores naturais. Colaboro ainda com as contagens e monitorização das aves. O sentir que poderia ajudar na conservação do património natural da IBA levaram-me a assumir estas funções voluntariamente. 
Com a SPEA, a Lagoa dos Salgados tem chegado aos órgãos de comunicação social e junto daqueles que têm poder para decidir. Esperamos que o culminar de todo este esforço seja a atribuição do merecido estatuto de ZPE!

Voluntários SPEA na Madeira
Os voluntários que têm colaborado com os vários projetos da SPEA na Madeira fizeram um blogue, em que partilham connosco as suas experiências. Muitos vêm da vizinha Espanha, ao abrigo do programa SVE (Serviço Voluntário Europeu), mas não só. Leia o blogue e fique a saber quem são, e como estão a ajudar o mundo das aves (e das pessoas) na Madeira.

NOTA: os testemunhos apresentados são da inteira responsabilidade dos seus autores.







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