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A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
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Censo de Inverno do Milhafre-real
O milhafre-real Milvus milvus é uma das aves de rapina mais ameaçadas de Portugal, com uma população reprodutora Criticamente Em perigo (CR) e uma população invernante Vulnerável (VU), com efectivos oriundos do norte da Europa. Os dormitórios encontram-se, geralmente em árvores grandes isoladas, pequenos bosques ou florestas, mas também pode ocorrem em postes eléctricos e outras estruturas artificiais. Os aterros sanitários são um dos pontos conhecidos de atracção do milhafre-real, que também é necrófago. Por este motivo os aterros constituem por vezes um excelente meio de identificação de concentrações, e prospeção de dormitórios, que frequentemente estão num raio de 1 km em redor. Os primeiros censos foram realizados em janeiro 2015, pretendendo-se continuar o trabalho em 2017.

O censo europeu de milhafres-reais invernantes irá ser realizado Suíça, França, Alemanha, Espanha, Itália, Dinamarca, Reino Unido, Bélgica, República Checa, Áustria, Hungria, Eslováquia, Luxemburgo, Lituânia e Portugal.

Objetivo | Contagem dos dormitórios conhecidos de maior dimensão e recolha de mais dados sobre dormitórios e outras concentrações de milhafre-real, em todo o país. 

Datas 2017 | 14 a 22 janeiro de 2017

Local | Portugal continental

Metodologia/contagem de dormitórios
1) Contacte a SPEA (julieta.costa@spea.pt; 919 466 574) para que lhe seja atribuído um dormitório conhecido. A participação é livre, autónoma, e dependente da disponibilidade dos voluntários. 
2) No dia que escolher para a contagem, posicione-se num bom ponto de observação, duas horas antes de escurecer. Terá de ser a uma distância suficientemente afastada para não causar perturbação, mas que lhe permita observar as entradas de aves para o dormitório. Em dormitórios grandes poderá ser necessário mais do que um observador, em mais do que um ponto de observação.
3) Conte os indivíduos pousados no dormitório e na sua proximidade (pré-dormitórios).
4) Conte os indivíduos que entram no dormitório.
5) Conte os indivíduos que se envolvem em revoadas, que podem ocorrer antes das aves acalmarem definitivamente.
6) Com estes dados, faça uma estimativa do número de milhafres-reais presentes.
7) Registe também a presença de milhafres-pretos.

Metodologia/recolha de dados
Use a ficha de campo e registe as coordenadas geográficas e número de milhafres-reais avistados nas suas contagens, referentes às seguintes observações (ou conhecimento prévio):
1) Existência e localização de aterros sanitários com concentrações de milhafres-reais.
2) Dormitórios e outras concentrações regulares de milhafre-real.
3) Observação de eventual de direcção de voo, ao amanhecer e ao entardecer (i.e. 1 hora antes do pôr-do-sol) e eventuais zonas de possível dormitório nas imediações (manchas de floresta, parques, margens de rios com vegetação arbórea, etc.). 
4) Observação de aves marcadas com placas alares coloridas e os respectivos códigos de cores. 
5) Outras observações de interesse. Registe as coordenadas geográficas e número de milhafres-reais avistados nas suas contagens, referentes à seguintes observações (ou conhecimento prévio).

Contactos e envio de dados | Envie a ficha de campo preenchida com os dados recolhidos para julieta.costa@spea.pt. Em alternativa, insira os seus dados no PortugalAves/eBird e envie-nos o endereço da lista submetida. Obrigada pela colaboração.

Mais info | Conheça os resultados do Censo de Inverno 2014/2015 (ver relatório) e o saiba mais sobre o milhafre-real aqui.

Organização | SPEA, LPN, ATN, CEAI, Quercus e ICNF. 


Foto © Joaquim Antunes







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