1) Identificação:Determinar nº
de indivíduos por espécie. Quando não seja possível, as aves devem ser
identificadas até ao género ou família (a identificação é igualmente
válida). (Não registar ao nível da espécie os animais que suscitem
dúvidas de identificação!)
2) Material necessário:Telescópio de 20x (mínimo ideal) e binóculos de 8-10x.
3) Observação:Manter o telescópio fixo, englobando cerca de 30 a 50% de mar imediatamente abaixo
do horizonte. Os binóculos cobrirão o resto do mar até à costa (idealmente utilizados por um segundo observador).
Em
condições climatéricas adversas procure um local abrigado, muitas vezes
a viatura é o melhor local, possibilitando uma maior estabilização do
telescópio.
4) Contagem:Registar TODAS as aves, excetuando as gaivotas das espécies
Larus michaellis e
Larus fuscus
que apenas deverão ser registadas em caso de movimentos excecionais.
Registar o número de aves que passam pelo campo de visão, com atenção de
contar cada ave uma só vez. Não servem estimativas do número médio de
aves que passam (exceto em caso de bandos de dimensão excecional).
Sempre que ocorrer uma pausa durante o trabalho de campo, deverá ser
devidamente anotado o tempo em que não se procedeu às contagens.
5) Registo:Anotar "in situ" no caderno de campo ou utilizar gravador portátil e informatizar depois os dados no ficheiro
excel, que deverá ser enviado para isabel.fagundes[arroba]spea.pt.
Os
observadores deverão comunicar a sua disponibilidade para efetuar
contagens num determinado local, até 4 dias antes de cada data. Deverão
fazê-lo para isabel.fagundes[arroba]spea.pt.