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A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.

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Publicações / Airo

A revista Airo é a publicação científica da SPEA. Pretende recolher todas as informações e trabalhos científicos realizados na Península Ibérica e as ilhas de Macaronésia que tenham uma relação directa com as nossas espécies ou com problemáticas presentes em Portugal.

É do máximo interesse para a SPEA conseguir o maior numero de artigos relacionados com as aves marinhas, a metodologia de seguimento destas espécies no mar e as estratégias de conservação aplicadas em diversos países com o fim de aplicar estos estudos as aves presentes em Portugal.

Volume 18 - 2008
Volume 17 - 2007
Volume 16 - 2006
Volume 15 - 2005 ( ESGOTADO )
Volume 14 - 2004
Volume 13 - 2003
Volume 12 - 2002
Volume 11 - 2001

Preço:

6,00 € ( Sócio )
8,00 € ( Não-Sócio )

Taxa de envio:
+0,40€ para portes de correio.



(S.F.F. confirme os números disponíveis enviando um e-mail para loja@spea.pt )

NORMAS PARA SUBMISSÃO DE ARTIGOS

Os trabalhos devem ser preparados em Inglês ou Português, embora se aconselhe o Inglês como língua preferencial. O título, resumo e legendas das figuras e tabelas devem estar em inglês e Português. A comissão editorial reserva-se o direito de solicitar aos autores de artigos em língua portuguesa que os traduzam para inglês.

Na primeira submissão deve ser enviada uma versão electrónica, de preferência por correio electrónico, para Airo - Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Avenida da Liberdade, nº 105-2º Esq 1250-140 Lisboa (spea@spea.pt). A comissão editorial enviará uma nota de recepção dos trabalhos e solicitará o parecer de pelo menos dois revisores especializados na área do artigo ou nota, dependendo a sua aceitação para publicação dos pareceres destes.

Os autores serão contactados quanto à decisão de aceitação (com ou sem alterações) ou rejeição dos trabalhos num prazo de 3 meses. Os trabalhos deverão ser devolvidos dentro do prazo fixo pela Comissão Editorial. Antes de ser impresso, os autores receberão provas do artigo. Nesta fase só serão aceites correcções tipográficas. O primeiro autor receberá, sem qualquer encargo, cópia do artigo ou nota em ficheiro com o formato acrobat (pdf).


Preparação dos manuscritos
Os manuscritos devem ser enviados em folhas A4, a espaço duplo e com margens laterais amplas. As páginas devem ser numeradas consecutivamente. Os textos devem conter as seguintes secções: Título, Resumo, Texto, Agradecimentos, Referências, Tabelas, Legendas para figuras e Figuras. Apenas as Geral. O Airo publica em artigos em todos os campos da Ornitologia. A sua área de eleição compreende a Península Ibérica e as ilhas da Macaronésia. designações científicas do género e espécie devem ser em itálico.

A utilização de notas de rodapé é desaconselhada
. Escreva sempre os números como numerais. Tente não iniciar frases com um número. Utilize “0,02” e não “,02”. Utilize o símbolo decimal “2,5” e não “2.5”.
Os manuscritos que não sejam preparados de acordo com as normas do Airo serão devolvidos.

Nomenclatura. Os nomes comuns para as aves em português devem seguir a publicação Costa, H., A. Araújo, J.C. Farinha, M.C. Poças & A.M. Machado (2000) – Nomes Portugueses das Aves do Paleárctico Ocidental, Assírio & Alvim, Lisboa, e em inglês uma obra estabelecida. Quando a espécie é mencionada pela primeira vez no texto principal e no resumo, devem ser referidos os nomes comuns e científicos. A mesma regra deve ser utilizada para outros animais e plantas, para os quais existam nomes comuns estabelecidos; casos contrário podem ser somente utilizados os nomes científicos. Os nomes vulgares devem ser iniciados por maiúsculas (por exemplo, Chapim-azul).

Unidades de medida. De acordo com o Sistema Internacional de Unidades (SI).

Estatistica. Todos os símbolos dos testes estatísticos devem ser indicados em itálico (Exemplos: F, P, n, t, r para coeficiente de correlação e R2 para coeficiente de determinação em regressões ou correlações múltiplas). Os graus de liberdade devem ser indicados em subscripto junto ao símbolo do teste (exemplos: chi-quadrado com dois graus de liberdade - 22 , teste-t com 39 graus de liberdade - t39) ou em casos x de liberdade - especiais como “gl =”.

Título. Breve e conciso, no topo da primeira página, seguido dos autores e respectivas moradas e contactos.

Resumo. Deve informar o leitor sobre o objecto de estudo, os métodos utilizados, os resultados obtidos e as conclusões. Deve ser o mais preciso possível, evitando o uso de frases de significado vago (Exemplo “os resultados foram discutidos”). Não deve exceder 300 palavras. As pequenas notas não requerem resumo na língua utilizada para o texto principal.

Agradecimentos. Devem ser breves e com cortesia.

Referências. apenas as citadas no texto, ordenadas alfabeticamente e de acordo com os exemplos abaixo indicados. Os nomes das revistas deverão ser escritos por extenso (Exemplo: Journal of Animal Ecology e não J. Anim. Ecol.).

Bibby, C.J., N.D. Burgess & D.A. Hill 1992. Bird Census Techniques. Academic Press, London.

Costa, H., B. Santos, D. Leitão & P. Catry 1993. Contribuição para o conhecimento das populações de Tartaranhão-ruivo-dos paúis Circus aeruginosus nos estuários do Tejo e do Sado. Airo 4: 1-6.

Finlayson, J.C. 1998. The role of Iberian Peninsula in the Paleartic-African migration system: ecological, evolutionary, geographical and historical considerations at varying spatial and temporal scales: pp 2-32 in L.T. Costa, H. Costa, M. Araújo & M. Silva (eds). Simpósio sobre aves migradoras na Península Ibérica. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e Universidade de Évora, Évora.

Moreira, F. 1995. A utilização das zonas entre marés do estuário do Tejo por aves aquáticas e suas implicações para os fluxos de energia na teia trófica estuarina. Tese de Doutoramento. Universidade de Lisboa, Lisboa.

Citações: No texto as referências devem vir citadas de acordo com os seguintes exemplos: Lopes (1995), Lopes & Araújo (2000), Lopes et al. (2002), Lopes & Silva (2003), (Lopes 1995, Lopes & Araújo 2000, Lopes et al. 2002).

Tabelas. Utilize uma página por tabela com a legenda (em inglês e português) no início da tabela e quaisquer notas explicativas em baixo. Elabore tabelas simples que possam ser interpretadas sem referências ao texto principal. O desenho das tabelas pode ser consultado em volumes prévios do AIRO. Utilize 0 para o valor zero e o símbolo – para um valor em falta. As legendas devem ser escritas em Português e inglês.

Figuras. Utilize uma figura por página. Elabore figuras simples que possam ser interpretadas sem referências ao texto principal. Os desenhos deverão ser executados a tinta da China, em papel vegetal ou, quando feitos em computador, impressos em alta qualidade. Aconselha-se a consulta de números prévios do AIRO para verificar quais os símbolos e preenchimentos mais fáceis de reproduzir. Utilize formatos digitais comuns (Exemplos: tiff, jpg, eps). Todas as figuras devem conter o nome do primeiro autor e o número da figura. As legendas devem ser escritas em português e inglês.

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