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A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.

Perguntas frequentes
1. Quem pode colaborar no projeto?
Todas as pessoas com conhecimentos sólidos de identificação das espécies de aves que ocorrem naturalmente no território português podem participar no projeto atlas. Não existe forma de atestar à partida se alguém tem ou não capacidade para participar no projeto e realizar contagens de aves no campo. Será o interessado a decidir se sente que tem essa capacidade ou não. Se no decurso do trabalho de campo for constatado que as suas capacidades não são suficientes para realizar os censos das visitas sistemáticas com a qualidade necessária, poderá participar no projeto enviando observações adicionais das espécies que identifica com maior facilidade. Procure desenvolver as suas competências com observadores mais experientes, pois haverá certamente muitos outros projetos ornitológicos em que poderá participar no futuro.

2. Como posso saber se tenho conhecimentos sólidos de identificação de aves?
Não existe nenhum processo ou critério objetivo que a SPEA possa aplicar antes de analisar o resultado do trabalho do colaborador. Tem de ser o próprio observador a ter consciência das suas capacidades. Como ajuda, poderá aceder à página web BirdID, inscrever-se e realizar um teste de Nível 3 para Portugal. O resultado deste procedimento poderá ser indicativo da capacidade de identificação de aves da pessoa. Se subsistirem dúvidas quando à sua aptidão para participar no projeto discuta o assunto com o seu coordenador regional.

3. Como participar?
Antes de decidir participar deverá ler atentamente a metodologia de censo de aves do projeto atlas (Metodologia Padrão). Pode descarregar um documento com a descrição desta metodologia. Só depois de ler a metodologia e de avaliar a suas próprias capacidades de execução da tarefa poderá decidir se está apto a participar.

4. Quem contactar para participar?
Os interessados em colaborar no atlas devem contactar inicialmente a SPEA, através do endereço de e-mail vanessa.oliveira@spea.pt, ou o coordenador regional da região do país onde pretende fazer o trabalho de campo. Ver os contactos dos coordenadores regionais.

5. Qual o papel do Coordenador Regional (CR)?
O CR é o contacto privilegiado entre o colaborador e o projeto do atlas. É a pessoa que distribui as quadrículas que os colaboradores vão realizar, que conhece razoavelmente o território, que valida o resultado das contagens realizadas, e que em primeira mão pode esclarecer qualquer dúvida que surja. Sempre que um colaborador tem uma dúvida sobre o projeto deve contactar o CR da sua região. Ver os contactos dos coordenadores regionais.

6. Como posso obter cartografia da minha quadrícula?
Para obter a cartografia tem de instalar o programa Google Earth no seu computador pessoal. Depois descarrega do web site do projeto os ficheiros kmz da região da sua quadrícula. Abrindo esses ficheiros pode visualizar as suas quadrículas e imprimir a fotografia aérea a cores do Google Earth. Todas a informação necessária para este procedimento, incluindo os ficheiros kmz e um manual de instruções, estão disponíveis nesta página. Em caso de dificuldade na utilização da ferramenta Google Earth deverá contactar o CR e a SPEA (ana.meirinho@spea.pt).

7. Quando devo realizar as contagens de aves?
As contagens devem ser realizadas entre o nascer e o pôr do sol, nos seguintes períodos:
- De 1 de agosto a 15 de outubro, no Continente e na Madeira;
- De 15 de agosto a 31 de outubro, nos Açores;
- De 15 de novembro a 15 de fevereiro, no Continente e na Madeira;
- De 1 de dezembro a 28 de fevereiro, nos Açores.
No outono deve ser evitado o período mais quente do dia, de acordo com a metodologia.

8. Como enviar os dados das minhas contagens?
Os dados das contagens de aves realizadas em cada tétrada (quadrícula de 2kmx2km) serão enviados para a SPEA através da plataforma PortugalAves. Se não está já registado, deve registar-se no PortugalAves e fornecer o seu Nome de Utilizador ao seu CR, para que a SPEA possa autorizá-lo no Módulo Atlas do PortugalAves. Consulte as instruções de utilização do PortugalAves e do Módulo Atlas. Independentemente da utilização para carregar os dados do Atlas, poderá utilizar o PortugalAves, para carregar as suas observações como um caderno de campo, gerir as suas listas e obter informação sobre espécies de aves e locais para observar aves em Portugal. Caso subsistam dúvidas deverão contactar o CR ou a SPEA (ana.meirinho@spea.pt).

9. Quando enviar os dados da minhas contagens?
Idealmente os dados devem ser introduzidos logo no mesmo dia em que as tétradas são amostradas. Mas os dados podem ser enviados até um mês após o fim da época de campo.

10. De quem é a propriedade dos dados?
Os dados recolhidos por qualquer colaborador são sua propriedade. Após serem carregados no PortugalAves passam a pertencer também à SPEA, que tem acordos de utilização com as outras organizações parceiras do projeto. A SPEA compromete-se a utilizar os dados recolhidos pelos colaboradores do Atlas apenas para fins não lucrativos.

11. A SPEA ou o projeto disponibilizam formação em identificação de aves?
Não. Não haverá qualquer formação ou curso de identificação de aves, no âmbito do projeto atlas. Serão realizadas apenas algumas sessões de treino na metodologia de campo. Quem estiver interessado nestas sessões de treino deverá procurar na página web do projeto.

12. A SPEA ou o projeto disponibilizam apoio financeiro?
A SPEA, através do projeto Atlas, disponibiliza uma ajuda monetária equivalente a 30 euros por quadrícula completa (seis tétradas visitadas no inverno e seis tétradas visitadas na migração pós-nupcial). Todos os colaboradores poderão requerer esta ajuda se pretenderem (ver ponto 4). No entanto, a SPEA pede aos colaboradores que, sempre que possível, prescindam desta ajuda. Deste modo, podemos aliviar o orçamento limitado do projeto e possibilitar uma maior cobertura do território. Se tiver alguma dúvida sobre este assunto deve contactar Vanessa Oliveira (vanessa.oliveira@spea.pt).

13. É possível realizar contagens em simultâneo por duas pessoas?
Não. As contagens nas tétradas devem ser realizadas por apenas um observador. O colaborador por ser acompanhado por uma ou mais pessoas, mas apenas uma pessoa pode realizar contagens durante os períodos de 30 minutos de contagem. Os acompanhantes podem detetar espécies ou contar aves que não foram detetadas pelo colaborador responsável pela quadrícula, mas esses registos entram apenas como observações adicionais.

14. Pessoas diferentes podem realizar contagens na mesma quadrícula?
Sim. Não é obrigatório que a mesma pessoa efetue as contagens em todas as seis tétradas da mesma quadrícula. Também não é obrigatório que a mesma pessoa faça as contagens de inverno e da migração pós-nupcial.

15. As tétradas terão de ser todas amostradas do mesmo dia?
Não. As seis tétradas de cada quadrícula podem ser amostradas em dias diferentes, desde que dentro do período de trabalho.

16. As tétradas amostradas têm de ser as mesmas no período da migração e no inverno?
Não. As tétradas amostradas em cada quadrícula podem ser diferentes no inverno e no período da migração pós-nupcial.

17. O que são observações adicionais?
São todas as observações registadas fora dos períodos de contagem de 30 minutos em cada tétrada (contagem regular). Por exemplo, aves que se observam na quadrícula quando o observador se movimenta entre tétradas, ou aves que se observam em qualquer quadrícula, no decurso de qualquer atividade, dentro do período de censo do Atlas.

18. É necessário o registo das observações adicionais?
Sim. Estas observações são muito importantes para colmatar lacunas de informação sobre a distribuição das espécies. Devem ser registadas no módulo geral do PortugalAves, assinalando que se tratam de observações adicionais do atlas no campo das “notas”.

19. É necessário registar observações adicionais de espécies já registadas nas contagens regulares?
Não é obrigatório. Mas a informação sobre concentrações de aves (ex: bandos de abibes ou tarambolas, ajuntamentos de cegonhas ou de aves de rapina, etc) ou de dormitórios (ex: dormitórios de corvos-marinhos, garças, grous, milhafres-reais, pombos-torcazes, etc) pode ser útil. Fica ao critério do observador o registo destas observações, que terá de ser feito sempre como registo adicional. No caso de confirmar a existência de um dormitório, esse facto deve ser indicado no campo das “notas” no formulário da entrada de dados.

20. Podemos parar a censo na tétrada?
Sim. Sempre que seja necessário investigar a identificação de uma espécie, a contagem deve ser suspensa e retomada após terminada a ação. Também podem ser investigados locais especiais, como zonas húmidas, fragas, etc. identificar espécies mais raras e fazer contagens. Nestas situações a contagem normal deve ser suspensa e retomada após os processo. Essas contagens especiais em zonas húmidas ou fragas devem entrar como observações adicionais.

21. É necessário registar observações entre os períodos de censo da migração e do inverno?
Não é obrigatório. Mas os dados entre as épocas de migração e de invernada poderão ser úteis para colmatar conhecimento sobre a distribuição e fenologia de algumas espécies. Fica ao critério do observador o registo dessas observações, que terá de ser feito sempre como registo adicional.

22. Como proceder nas quadrículas em que não é possível amostrar seis tétradas separadas?
Nas quadrículas em que não é possível fazer as seis tétradas separadas umas das outras, extraordinariamente podem ser amostradas tétradas adjacentes.

23. Como amostrar as quadrículas fronteiriças ou costeiras?
As quadrículas fronteiriças ou costeiras com menos de seis tétradas no nosso território foram adicionadas a uma das quadrículas adjacentes. Esta lista das quadrículas adjacentes foi fornecida aos CRs. As distribuição das seis tétradas deve ser feita por todas as tétradas disponíveis de acordo com os critérios da metodologia.

24. Que fazer aos registos de aves não identificadas?
Os registos de aves que não foram identificadas devem ser ignorados. Com exceção dos casos em que o observador consegue identificar o género e para os géneros seguintes: Calidris, Larus, Apus, Caprimulgus, Galerida, Anthus, Phylloscopus, Passer e Sturnus. Sempre que possível deverá indicar na “notas” qual a espécie mais provável ou outra informação que considere relevante.

25. Que fazer aos registos de raridades?
As listas das espécies de ocorrência rara ou acidental (raridades) são definidas pelo Comité Português de Raridades para cada um dos territórios nacionais. As raridades não são o alvo deste projeto, mas apenas as espécies com ocorrência regular no nosso território. Sempre que durante as contagens do atlas seja observada uma raridade, essa observação deve ser registada em conjunto com todas as outras observações. A sua eventual inclusão no Atlas ficará dependente da análise final dos dados,
Os colaboradores devem estar conscientes que a inclusão de registos de raridades na base de dados do atlas não significa que sejam publicados, pelo que se sugere que, para esse efeito todos os registos de raridades sejam submetidos pelo observador ao Comité Português de Raridades.

26. Posso colaborar na época de inverno se não colaborei na época da migração pós-nupcial?
Sim, claro.

27. Posso entrar em propriedades privada para fazer contagens do Atlas?
Sim, mas só se tiver autorização do proprietário. A SPEA recomenda aos colaboradores que só entre em propriedades privadas após contacto e autorização dos proprietários ou outros responsáveis. Se for necessário uma declaração da SPEA que atesta a sua colaboração no projeto Atlas, esta pode ser solicitada junto do seu CR. Esta declaração não é uma autorização para a entrada em qualquer propriedade pública ou privada.

28. Contactos
Envie-nos as suas dúvidas para Vanessa Oliveira - vanessa.oliveira[arroba]spea.pt


Nota:
substitua [arroba] por @






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