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A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
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Censo de Aves Comuns
O Censo de Aves Comuns (abreviadamente designado por CAC) é um programa de monitorização a longo prazo de aves comuns nidificantes e seus habitats, em Portugal. Foi lançado pela SPEA, em 2004, no Continente e na Madeira, tendo iniciado nos Açores em 2007.

Por exemplo o Índice de Aves Comuns é utilizado como Indicador da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável e o índice de Aves Comuns de Zonas Agrícolas é utilizado como indicador do Programa de Desenvolvimento Rural. Em conjunto com dados de programas similares noutros países da Europa, os nossos dados estão a produzir indicadores para medir o progresso relativamente às metas estabelecidas pela Convenção sobre Diversidade Biológica e pela União Europeia de travar o declínio da biodiversidade.

  • Notícias
Época de campo recomeça a 1 abril 2017
Se tem bons conhecimentos em identificação de aves e duas manhãs livres (em abril e maio) inscreva-se como observador voluntário. Nesta página encontra as informações que precisa sobre a metodologia, bem como o contacto dos coordenadores regionais, a quem deve contactar caso queira colaborar. Votos de boas observações!


Tendências populacionais das aves comuns nidificantes europeias 2012

Já está disponível o novo folheto do Esquema Pan-Europeu de Monitorização de Aves Comuns (PECBMS), combinando dados de tendências populacionais de 148 espécies, recolhidos em 25 países europeus, ao longo do período 1980-2010. Destas 148 espécies, as populações de 43 aumentaram, 57 diminuíram (2 delas severamente), enquanto 37 permaneceram estáveis. Para 11 espécies, as tendências ainda não estão claras. Esta brochura produzida pelo PECBMS, inclui os dados do Censo de Aves Comuns da SPEA, no qual já participaram desde 2004 muitas dezenas de observadores voluntários, a quem muito agradecemos.

 Saiba mais:
- Download do folheto


Disponível a adaptação para Portugal do website de identificação de aves BirdId
O BirdId é um site norueguês de desafio de identificação de aves através de fotos ou vocalizações das espécies, com distinção de diferentes níveis de dificuldade. A principal novidade relativamente a outros do género é a adequação dos níveis de dificuldade à realidade de cada país europeu (nos níveis mais fáceis), sendo também de destacar o facto de ter também a componente dos sons das aves e ainda de permitir a realização de um teste formal (gratuito) com o objetivo de certificar as capacidades de identificação dos observadores.

O BirdID é uma iniciativa da universidade norueguesa HiNT (Nord-Trondelag University College), que é uma das entidades que gere o programa de monitorização de aves comuns da Noruega. Por esse motivo, a via de contacto para tradução e adaptação dos níveis de dificuldade a cada país foram as organizações nacionais responsáveis por este tipo de projetos, ou seja, a SPEA (e especificamente a equipa CAC) no caso de Portugal. As orientações específicas fornecidas pela HiNT fazem com que, independentemente do país escolhido, o site esteja especialmente direcionado para aves nidificantes (uma vez que as espécies não reprodutoras surgem só nos níveis mais difíceis).

O BirdId contém uma subpágina de cada país, que pode também ser acedida a partir do mapa da respetiva página principal, onde constam mais informações sobre a adaptação deste site para Portugal (incluindo sobre a atribuição do nível de dificuldade para cada espécie) e também sobre o funcionamento dos exercícios de identificação.
Este site, para além de ser divertido de utilizar para qualquer observador de aves, independentemente do seu nível de experiência, constitui um verdadeiro incentivo para o aprofundar dos conhecimentos de identificação visual e auditiva por parte dos seus utilizadores.
Experimente e aprenda!

  • Importância do Projeto
Uma vez que as políticas ambientais afetam a gestão e utilização do território, a criação de um “Índice de Aves Comuns” em Portugal, por tipo de habitat (agrícola, florestal, etc.), constitui uma ferramenta importante para medir a sustentabilidade das próprias decisões políticas ao longo do tempo. Já foram dados os primeiros (e importantes) passos neste sentido, uma vez que o Índice de Aves Comuns (IAC), que é fornecido pelo CAC, está incluído na Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável 2005-2015, como um dos indicadores de Biodiversidade. Para além disso, o Índice de Aves Comuns de Zonas Agrícolas (IACZA) foi também incluído no Plano Estratégico Nacional para o Desenvolvimento Rural 2007-2013. Como consequência deste reconhecimento, os Indicadores IAC e IACZA estão já a ser utilizados regularmente por entidades oficiais em Portugal, nomeadamente pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e pelo Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas (MADRP).

A importância do Censo de Aves Comuns não se restringe ao contexto nacional, uma vez que está integrado no Esquema Pan-Europeu de monitorização de aves comuns (PECBMS), coordenado pela Birdlife International e pelo European Bird Census Council (EBCC). Este facto significa que os dados do CAC, obtidos em Portugal, estão também a contribuir anualmente para o indicador de aves selvagens da União Europeia.
- Saber mais sobre o PECMBS
A última brochura do PECBMS pode ser descarregada nesta página (ver “Documentos”, em baixo).


  • Objetivos
Os principais objetivos deste projeto são:
- Obter informação sobre as variações populacionais de um vasto conjunto de espécies de aves nidificantes em Portugal e calcular anualmente os respetivos índices específicos, que indicam a variação da abundância relativamente ao ano inicial;
- Criar e divulgar o “Índice de Aves Comuns”, que inclua a generalidade das espécies, bem como bem como a sua atualização anual;
- Calcular índices compostos por grupos de espécies associadas aos principais tipos de habitat em Portugal, nomeadamente agrícola e florestal;
- Contribuir anualmente para o Esquema Pan-Europeu de Monitorização de Aves Comuns (PECBMS), com os dados das tendências populacionais das espécies portuguesas;
- Promover a conservação das aves e dos seus habitats através do envolvimento direto de um grande número de voluntários em projetos decisivos de monitorização de aves.

  • Como colaborar
O Censo de Aves Comuns funciona numa base de participação voluntária de colaboradores de campo. Cada observador fica responsável por uma ou duas quadrículas UTM de 10x10 km, onde se pretende que assegure anualmente a realização de censos de aves, de forma a permitir uma monitorização continuada das aves e seus habitats.

Existem cinco Coordenadores Regionais, cada um dos quais responsável pela coordenação dos trabalhos numa zona do território:
- Região Norte (distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Vila Real, Bragança, Viseu e Guarda) – Julieta Costa (cacnorte@gmail.com)
- Região Centro (distritos de Leiria, Lisboa, Santarém, Castelo Branco e Portalegre) – António Rosa (caccentro@gmail.com)
- Região Sul (distritos de Setúbal, Évora, Beja e Faro) – Nuno Barros (cacsul@gmail.com)
- Madeira – Cátia Gouveia (spea.madeira@sapo.pt ou madeira@spea.pt)
- Açores – Rúben Coelho (cac.azores@gmail.com)

Se possui alguns conhecimentos de identificação de aves, mas principalmente se tem vontade de participar neste projeto, junte-se a nós! A sua contribuição é fundamental!
Quem estiver interessado em colaborar no Censo de Aves Comuns deve contactar o Coordenador Regional da área onde pretende realizar o trabalho de campo.



  • Resumo Metodológico
No primeiro ano em que cada quadrícula é monitorizada, antes de se realizarem censos de aves, deve ser feita uma visita inicial dedicada apenas ao reconhecimento da área e à seleção dos 20 pontos de escuta, que devem ficar distribuídos pelos diferentes habitats da quadrícula e estar distanciados pelo menos 1Km entre si. Nesta visita à quadrícula é feito um primeiro registo (relativamente detalhado) do habitat de cada ponto.
Cada quadrícula deve ser visitada duas vezes por ano para realização de censos de aves. A primeira deve ter lugar em abril e a segunda em maio (nos Açores a época decorre 15 dias mais tarde), devendo assegurar-se um intervalo mínimo de 30 dias entre ambas.
A duração dos censos é de 5 minutos em cada ponto e cada visita sequencial aos 20 pontos tem de ser feita num só dia, mais concretamente entre o amanhecer e as 4 horas seguintes (devendo terminar aproximadamente às 11:00 na primeira visita e às 10:30 na segunda visita).
De ano para ano, os censos nas quadrículas devem ser feitos sempre nos mesmos pontos e respeitar a ordem definida inicialmente, sendo registadas todas as alterações que sejam detetadas no habitat.


  • Equipa de Coordenação
A gestão deste projeto é atualmente assegurada pelos seguintes elementos:

Coordenador Nacional
-  Joaquim Teodósio (Coordenador do Programa Terrestre da SPEA)

Apoio e supervisão à Coordenação
- Domingos Leitão (Diretor Executivo da SPEA)

Gestão e Análise de Dados
- Pedro Rodrigues (SPEA)

Coordenadores Regionais
- Julieta Costa (Região Norte)
- António Rosa (Região Centro)
- Nuno Barros (Região Sul)
- Cátia Gouveia (Madeira)
- Rúben Coelho (Açores)


  • Apoio



Fotos: Pisco-de-peito-ruivo © Ray Kennedy (rspb-images.com); Pintassilgo © Faísca; Poupa © Faísca; Melro © Faísca.






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