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A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
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ArmadilhasNAO


40.000 aves mortas num ano em Portugal. 10.000 capturadas para pôr em gaiolas.

Crimes que passam impunes, porque as armadilhas e outros meios de captura não são proibidos.


ASSINE JÁ para melhorar a lei: bit.ly/armadilhasNAO


#armadilhasNAO

40000 aves selvagens mortas num ano em Portugal. 10000 capturadas para colocar em gaiolas. É essa a estimativa de um estudo da SPEA, realizado em 2014. Estes crimes passam geralmente impunes por serem difíceis de detetar e investigar, em parte porque embora seja ilegal capturar ou caçar estas aves, os meios usados para estas capturas não são proibidos. É urgente colmatar esta grave lacuna legal.

Para o efeito solicitamos à Assembleia da República que altere as leis em vigor de forma a proibir o fabrico, posse e venda dos meios que permitem a captura ilegal de aves. Solicitamos também a proibição de apanha da formiga d’asa, cujo único uso é como isco nesta atividade ilegal.

Especificamente, propomos:
  • Proibir o fabrico, posse e venda de:
    • armadilhas de mola destinadas à captura de aves de pequeno porte (“passarinhos”), vulgarmente designadas por costelos ou esparrelas
    • cola destinada à apanha de pássaros em árvores, sebes ou no cimo de canas, vulgarmente designada por “visgo”
    • armadilhas para animais de maior porte, também utilizadas para captura de aves de rapina;
    • redes verticais de captura de aves, vulgarmente designadas por “redes invisíveis”, “redes japonesas” ou “redes chinesas” (exceto quando devidamente autorizadas, p.ex. para fins científicos)
  • Proibir a apanha da formiga d’asa, que apenas é utilizada como isco para a captura de aves
Estas alterações fortalecerão a lei, pois irão contribuir em muito para um combate mais efetivo à captura ilegal de aves selvagens.

ASSINE JÁ para melhorar a lei: bit.ly/armadilhasNAO








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