Bem vindo ao site da SPEA - sociedade portuguesa para o estudo de aves

Opções do site

Subscrever Newsletter

Outras opções do site

Pesquisar no site

Data actual

Principais opções do site

Novembro 2017
D
S
T
Q
Q
S
S
 
 
 
1
3
5
6
7
8
9
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
27
28
29
30
 
 
A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
Home  > Participar > Campanhas > Captura e abate ilegal > Porquê que é um problema?
imprimir

Porquê que é um problema?

Captura e venda ilegal em Portugal

Em Portugal, a captura de aves silvestres, não cinegéticas, para cativeiro ou consumo é uma prática ilegal.

Um estudo recente elaborado pela SPEA/ BirdLife International indica que, em Portugal Continental, a região do Algarve é aquela onde se registam mais casos de captura e abate ilegal (40% do total nacional).

Piscos-de-peito-ruivo e toutinegras-de-barrete-preto são os que acabam mais frequentemente na frigideira, sendo comidos como petisco.


Venda na Internet

O mesmo estudo concluiu que pintassilgos, tentilhões e pintarroxos são os passeriformes mais vendidos na Internet, como animais de cativeiro, além de poderem ser encontrados em restaurantes, como petisco.

Encontram-se novos anúncios todos os dias, vendendo-se aves de todas as espécies, desde as mais comuns às raras e ameaçadas.

As vendas mais habituais são de aves canoras como pintassilgos, dom-fafes, verdilhões, chapins, piscos-de-peito-ruivo, etc.. Mas podem encontrar-se também pica-paus, gaios, aves aquáticas como borrelhos ou zarros, ou mesmo corujas.

A legalidade destes anúncios é, no mínimo, duvidosa. Apesar de haver casos de criadores devidamente registados e autorizados pelo ICNF, verifica-se que a grande maioria dos anúncios representam situações ilegais.

As empresas de venda online têm o dever moral de exigir o número de registo do criador, impedindo, desta forma, que vendedores ilegais acedam a esta ferramenta, diminuindo drasticamente a sua capacidade de chegar ao público alvo e facilitando assim o trabalho das autoridades competentes.
É de realçar que, por cada pássaro anunciado na Internet e capturado na natureza, vários outros terão morrido, por não resistirem às redes e armadilhas, ao transporte ou ao cativeiro.

A SPEA, o SEPNA e o ICNF continuarão a reunir esforços para apelar às empresas de venda online que deixem de ser cúmplices desta atividade ilegal.


Prato do dia: Passarinhos fritos 

As aves abatidas para fins gastronómicos, algo associado ao nosso passado, são outro dos grandes problemas.

Estes petiscos, tal como a venda de pássaros para cativeiro, não são necessariamente ilegais.

Se forem tordos caçados durante o período legal ou passarinhos congelados (importados da China, por exemplo), os restaurantes não estão a incorrer numa ilegalidade.
Contudo, em caso de dúvida deverá sempre haver uma investigação para averiguar a legalidade desta venda, sendo que os números oficiais de contra-ordenações para este tipo de delito não exprimem a realidade observada.






Política de privacidade, adicione aos favoritos, sugira este site © 2010 spea - Todos os direitos reservados.
Seara.com